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A Escola - Proposta Pedagógica:

FALANDO DE NOSSAS PROPOSTAS

          Nós da AEN acreditamos em valores, em comportamentos, acreditamos que o ser existe a partir da sua postura perante o mundo. Quando estamos com os alunos,seja na sala de aula, no pátio, nas nossas viagens ou em excursões pela cidade, procuramos sempre chamar-lhes a atenção para nossa relação com o meio ambiente. Educar é ajudar as pessoas perceberem o mundo e o seu lugar nele, seja no turbilhão do dia-a-dia, seja na hora de se perceber como elemento de um universo que se entende pelo tempo e pelo espaço.
          Não é tarefa fácil, uma vez que tal postura exige o esforço constante de estar prestando atenção em tudo, estar procurando saber de tudo e, principalmente, estar revendo e aprimorando o comportamento, o saber fazer. Trabalhar desta forma contribui para um olhar mais atento para a televisão, um despertar de curiosidade pela leitura de jornais, revistas, e cria no aluno hábitos de observação das relações sociais, da economia do país. Esse aluno terá argumentos para pensar no seu lugar neste mundo, como estudante, como consumidor, trabalhador, enfim como cidadão.
          Debater é preciso. Incentivar os alunos a debater faz parte do currículo da AEN.
          Uma pessoa que não sabe debater idéias está condenada a aceitar passivamente as normas estabelecidas por aqueles que a cercam. O uso da palavra pública é a principal ferramenta do indivíduo na administração de seus conflitos com a sociedade, presentes nas mais variadas situações de comunicação da vida pública: escola, trabalho, administração, ou política. Foi acreditando nisso que a AEN incluiu a prática de debates em seu currículo,como competência a ser desenvolvida pelos alunos , nas mais variadas disciplinas,com destaque para as aulas de filosofia, ministradas desde a 3ª série do Ensino Fundamental até o Ensino Médio, que permanentemente proporcionam ótimos momentos de debate, reflexão e construção do pensamento.

A AÇÃO PEDAGÓGICA
          A educação não se reduz à transmissão de conteúdos. Da maneira como a concebemos é um processo de formação, que se realiza a partir de experiências vividas pelos sujeitos, nos diversos espaços educativos a que têm acesso (Família, Trabalho, Escola, Grupos de convivência...), na interação com o mundo e com as pessoas que fazem parte do seu Universo Cultural.
          A escola, enquanto espaço de (re)construção social, tem uma dimensão que é estruturada pela sociedade, ao mesmo tempo que é também estruturante desta mesma sociedade. Nessas relação dialética, a escola vai se construindo historicamente.
          O processo de ensino/aprendizagem concretiza-se nas relações entre alunos, objetos de conhecimento e professor, tendo, como elemento central a construção de significados.
          Os conteúdos que a escola veicula - conceitos e princípios explicativos, procedimentos, valores, normas, atitudes - são criações culturais anteriores ao processo escolar.
          A construção do conhecimento deve, portanto, ser assumida numa perspectiva social. O aluno é sujeito ativo do seu processo de aprendizagem e os significados que constrói são o resultado de uma complexa rede de interações, intermediadas pela ação do professor.
          O aluno aprende um conteúdo qualquer, quando é capaz de atribuir-lhe significado, isto é, quando consegue estabelecer relações substanciais entre o que está aprendendo e o que já conhece, de modo que o novo conhecimento seja assimilado aos seus esquemas de compreensão da realidade e passe a ser utilizado como conhecimento prévia em novas aprendizagens.
          A construção de significados, pelo aluno, não depende exclusivamente de seus processos cognitivos, mas também de suas motivações e expectativas - representações que tem da escola, de seus professores, e de si mesmo, ou seja, é em grande parte, o resultado das relações sociais estabelecidas entre ele e seus colegas e, principalmente, entre eles e seus professores.
          O professor deve agir como mediador, na relação aluno/objeto de conhecimento, detectando o que o aluno sabe, apresentando-lhe situações-problema para que ele confronte e modifique suas hipóteses fornecendo-lhe informações que o ajudem a ampliar redes de significado. Para que isto seja possível, é necessário tanto que conheça o nível de seus alunos como que detenha o conhecimento exigido pelo conteúdo que pretende ensinar, propondo-lhes atividades de caráter aberto e dinâmico, que lhes proporcionem a realização de atividades significativas.
Ana Bueno (Coordenadora Pedagógica)

OPÇÃO METODOLÓGICA
          Nossa escola desde seu início adotou uma ação pedagógica baseada em teorias explicativas do processo de construção do conhecimento.
          A prática pedagógica construtivista/sócio-interacionista trouxe resultados diferentes e melhores que os de uma pedagogia tradicional.
          O aluno aprende qualquer conteúdo, quando é capaz de atribuir-lhe significado.
          Para que a escola seja um espaço significativo de aprendizagem, mais do que modificar atividades, é preciso mudar a maneira de compreender e construir o processo de ensino/aprendizagem.
          Visando a formação de alunos ativos, que interagem no meio em que atuam, optamos pela Pedagogia de Projetos, como proposta didática.
          Os projetos - definidos, construídos e avaliados coletivamente - dão sentido às atividades de sala de aula, fazendo com que elas deixem de ter um objetivo meramente "escolar" e passem a ser uma necessidade prática, concreta.

          A opção por uma Pedagogia de Projetos tem por objetivos:
• Construir um ambiente cooperativo, onde decisões coletivas e compromissos assumidos garantem o exercício da experiência democrática;
• Construir um espaço significativo de aprendizagem, onde as experiências de interação re-signifiquem, numa perspectiva social, os atos de ensinar e aprender.

          A organização fornecida por esse modelo didático permite ao aluno:
• Não depender somente das escolhas dos adultos;
• Decidir, comprometer-se com o trabalho;
• Projetar-se no tempo e planificar suas ações;
• Ser sujeito de sua própria "aprendizagem";
• Produzir algo de significado e útil;
• Avançar na conquista da "autonomia".

Rua Goitacazes, 302 - São Francisco - Niterói - RJ
Tel.: 2610-4577 | 2704-9479
aen@aen.com.br

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